Astronomia

Tópico: Astronomia

Física/Astronomia

Data: 27-09-2016 | De: Filipe

Se nos chegássemos ao centro superficial da terra (centro exato de dos polos), nos então entendíamos no cento do de rotação junto com a terra, girando em torno do nosso próprio eixo?

Astronomia/Astrofísica/Estrelas

Data: 07-07-2013 | De: João Brandão

Data: 16-12-2011

Qual é a maior estrela do mundo e como se formou?

Re:Astronomia/Astrofísica/Estrelas

Data: 07-07-2013 | De: Carlos Oliveira

Data: 20-12-2011

A maior estrela no Universo (e não no "mundo") será a VY Canis Majoris.
Esta estrela é 2000 vezes maior que o nosso Sol.
E a nossa estrela, Sol, já é grande, porque consegues lá meter cerca de 1 milhão de planetas como a Terra. Apesar de que o Sol, comparando com outras estrelas, é quase anã.

Podes ler mais sobre ela, aqui:

http://astropt.org/blog/2009/12/06/vy-canis-majoris-um-colosso-de-estrela/

Aconselho também estes vídeos de escalas:

http://astropt.org/blog/2010/01/31/escalas-no-universo/

Abraços.

Astronomia/Astrofísica

Data: 07-07-2013 | De: Hugo

Data: 12-12-2011

Boas,

parabéns pelo projecto e seguirei atentamente o vosso "site". Tive conhecimento da sua existência pelo professor António Alberto Silva.

Deixo aqui as minha perguntas:

1. Para haver atmosfera num planeta, além de actividade vulcânica, o que mais é necessário?

2. Por que razão o núcleo de Marte arrefeceu, originando o fim da actividade vulcânia e uma atmosfera rarefeita?

Cumprimentos,
Hugo (estudante universitário).

Re:Astronomia/Astrofísica

Data: 07-07-2013 | De: Carlos Oliveira

Data: 20-12-2011

1 - Apesar da distância ao Sol ser importante (não pode estar tão perto como Mercúrio, nem tão longe como Marte, para poder manter uma atmosfera com elementos pesados), o certo é que a razão mais importante será a Massa.
Marte terá perdido a sua atmosfera, porque não tinha massa suficiente para retê-la gravitacionalmente.

2 - A mesma razão da resposta anterior: pouca massa ;)

Abraços.

Re:Astronomia/Astrofísica

Data: 07-07-2013 | De: António Alberto Silva

Data: 18-01-2012

Comlementando a resposta anterior:

- A atividade vulcânica não é condição nem necessária para que haja atmosfera: os gases que, conjuntamente com sólidos e líquidos (e mais...) formaram o planeta estão lá, mesmo que não haja tal atividade; e, existindo esta, o que é lançado pode cair na superfíce do planeta (é tipicamente o caso das partículas sólidas e líquidas, desde que não sejam expelidas com velocidade de valor superior aos de "escape"...) ou acabar por se espalhar pelo espaço interplanetário e interestelar (é tipicamente o caso das partículas gasosas que podem acabar por ir embora, o que acontece se o campo gravítico do planeta não for suficiente para as reter).

- Marte tem atmosfera, embora pouco densa.

- A Lua não tem atmosfera (embora provavelmente já a tenha tido) porque o seu campo gravítico é demasiado pequeno para a reter.

Re:Re:Astronomia/Astrofísica

Data: 07-07-2013 | De: Rui Marques

Data: 17-04-2012

Embora na verdade seja correto dizer que a Lua não tem atmosfera,essa é uma verdade um pouco mitigada,pois este satélite tem um "envoltório" muitíssimo ténue de ions de Sódio.

Re:Astronomia/Astrofísica

Data: 25-11-2014 | De: Catarina Fernandes

Tenho a resposta para a primeira pergunta:
Para além de actividade vulcânica , um planeta também necessita de massa suficiente para exercer força gravítica que possibilite a posse de uma própria atmosfera. Temos o exemplo da Lua : esta é um planeta secundário (satélite natural) que não tem massa suficiente para reter uma própria atmosfera, daí a grande quantidade de crateras de impacto existentes na sua superfície.

Astronomia/Astrofísica

Data: 06-07-2013 | De: Carina

Data: 01-12-2011

Eu sei que é quase impossível de responder e não sei se vão conseguir, mas aqui vai: tenho muita curiosidade em saber como é que tudo começou? Porque dantes tudo era escuro?

Dados pessoais: 9 anos, 4º ano, E.B.1 da Coutada, Coutada (Covilhã).

Re:Astronomia/Astrofísica

Data: 06-07-2013 | De: Ana Carla

Data: 04-12-2011

Tens razão, Carina, é uma missão impossível... em duas linhas! Mas tens uma vida pela frente e essa tua curiosidade ainda te vai levar longe, vai te conduzir a essa e a muitas outras perguntas e respostas importantes.

Atualmente o modelo que melhor se ajusta a tudo o que sabemos é que este Universo que conhecemos teve um início, há cerca 13,7 mil milhões de anos. Nesse inicio, tudo que conhecemos surgiu: o tempo, o espaço e a matéria dos quais tudo é feito - todas as estrela, o Sol, a Terra, tu e eu...

Entretanto, sabemos também que nesse inicio o Universo jovem era muito quente e denso, isto é, com imensa matéria em pouco espaço. Por isso, era tão espesso, tão espesso, que a luz não conseguia viajar nele, como não consegue atravessar uma parede ou a madeira. Por isso se diz que no início o universo era escuro.

Re:Astronomia/Astrofísica

Data: 15-10-2013 | De: Catarina

Não se sabe ao certo como era o universo que hoje conhecemos e nunca viremos a descobrir sendo que isso será sempre uma questão para o ser humano.
E penso que não seria tudo "escuro" pois, para ter ocorrido uma explosão, podemos por a hipótese de que tenha sido uma estrela.

Astronomia/Astrofísica/Cosmologia

Data: 06-07-2013 | De: Carina

Data: 29-11-2011

Como se formou o espaço?

Dados pessoais: 9 anos, 4º ano, E.B. 1 de Coutada, Coutada (Covilhã).

Re:Astronomia/Astrofísica/Cosmologia

Data: 06-07-2013 | De: Ana Carla

Data: 04-12-2011

Atualmente pensamos que este Universo que conhecemos teve um início, há cerca 13,7 mil milhões de anos... 13 700 000 000 anos. Foi nesse início que o espaço surgiu, não só ele mas tudo o que conhecemos: o tempo, o espaço e a matéria dos quais tudo é feito - todas as estrelas, o Sol, a Terra, tu e eu...

Re:Astronomia/Astrofísica/Cosmologia

Data: 15-10-2013 | De: Catarina

O espaço formou-se com uma grande explosão (teoria do Big Bang).

Astronomia/meteroritos ...

Data: 06-04-2012 | De: Jorge Nautílio

Data: 2011-11-27

A minha questão é a seguinte: porque razão existem meteoritos de diferentes tamanhos ...? Obrigado!
Dados pessoais: 14 anos, Freamunde.

Re:Astronomia/meteroritos ...

Data: 06-04-2012 | De: Carlos Oliveira

Data: 2011-11-28

No início havia pó. Devido à gravidade, o pó foi-se agrupando em pequenas pedritas. Essas pedritas foram-se juntando umas às outras, e formando pedras maiores, a que chamamos asteróides. Algumas tornaram-se tão grandes que até lhes chamamos de planetas. Outras foram ficando mais sozinhas, e continuam como eram há milhares de milhões de anos atrás. Essas por vezes são maiores e outras vezes mais pequenas, dependendo se juntaram ou não mais pó e mais pedrinhas. Por isso, têm diferentes tamanhos. Quando uma delas "encontra" a Terra, pode passar pela sua atmosfera, e cair na sua superfície - neste caso chamamos-lhe meteorito. Assim, os meteoritos podem ter diferentes tamanhos, e são uma das nossas relíquias que vêm do nascimento do sistema solar.
Para saberes o que querem dizer os diferentes termos, sugiro este meu texto e o vídeo lá incluído:
http://astropt.org/blog/2008/12/30/cometas-asteroides-meteoroides-meteoros-meteoritos/

Física/Astronomia

Data: 05-04-2012 | De: Joãozinho

Data: 2011-11-24

Não consigo compreender como é que à velocidade da luz o tempo anda mais devagar. O tempo não deveria ser contínuo? Um segundo em Portugal não é igual a um segundo na Lua? Alguém me consegue dar uma explicação sobre estas coisas?
Dados pessoais: Póvoa de Varzim, E.B. 2,3 Dr. Flávio Gonçalves, estudante do 9º ano.

Re:Física/Astronomia

Data: 05-04-2012 | De: José Júnior

Data: 2011-11-25

Olá Joãozinho.

Boa pergunta. Eu sempre me fiz essas perguntas quando também tinha sua idade, o que me levou a ler os livros "Breve história do tempo" e "Buracos negros e universos bebés" do Stephen Hawking.

Vou tentar falar nisso de um forma muito simplificada, mas, se você gosta muito desse tema, aconselho a dar uma olhada neste livros. ;]

Em primeiro lugar, devemos ter em conta que o tempo é uma invenção nossa, dos seres humanos, e que não é uma coisa absoluta, ou seja, o tempo é relativo. Ser relativo significa que temos que ter pontos de referência para o conseguirmos medir. Então, o tempo não anda mais devagar à velocidade da luz, a sua medição apenas se distorce quando medidos entre observadores diferentes. Ou seja, quando você diz que o tempo anda mais devagar, tem que se perguntar: "Mais devagar, em relação a que?"
Voltando ao passado, tanto Aristóteles como Newton acreditavam no tempo absoluto. Ou seja, acreditavam que se podia medir sem ambiguidade o intervalo de tempo entre dois acontecimentos, e que esse tempo seria o mesmo para quem quer que o medisse. O tempo era completamente separado e independente do espaço. Embora estas noções funcionem perfeitamente quando lidamos com coisas como maçãs ou planetas, que se movem relativamente devagar, já não funcionam à velocidade da luz ou perto dela.
Por exemplo, suponha que você caminha à 10 Km/h em direção a um comboio que anda à 100 Km/h. Qual é a velocidade relativa entre os dois? Resposta: 110 Km/h, mas suas velocidades relativas à Terra continuam a ser de 10 e 100 Km/h, respectivamente.

Agora, poderia-se pensar que o mesmo aconteceria em relação a velocidade da luz, não é mesmo? Então, se medirmos a velocidade da luz quando a Terra caminha na sua elípse em direção a luz do Sol, a velocidade medida deveria ser maior do que a velocidade da luz medida na Terra quando esta se afasta do Sol. Pois é, mas na verdade, pasme-se, a velocidade é exatamente a mesma!! Foi então que, em 1905, Albert Einstein, tentando explicar os resultados dessa experiência, diz que seria necessário abandonar a ideia do tempo absoluto. Surge então a teoria de Maxwell, que diz que todos os observadores deveriam medir a mesma velocidade da luz, independentemente da velocidade do seu movimento. Agora, a conclusão final deste pensamento é: na teoria de Newton, se um impulso de luz for enviado de um local para o outro, diferentes observadores estarão de acordo quanto ao tempo que essa viagem demorou (uma vez que o tempo é absoluto), mas não quanto à distância que a luz percorreu (uma vez que o espaço não é absoluto). Como a velocidade da luz é exatamente o quociente da distância percorrida pelo tempo gasto (v = d/t), diferentes observadores mediriam diferentes velocidades para a luz. Em relatividade, por outro lado, todos os observadores têm que concordar quanto à velocidade da luz. Continuam ainda, no entanto, a não concordar quanto à distância que a luz percorreu, pelo que têm também de discordar quanto ao tempo que demorou. Como o tempo gasto é a distância (que os observadores não concordam) sobre a velocidade da luz (que é a mesma), o tempo não é o mesmo para os observadores!!

A física teórica não é uma maravilha? :]

Re:Física/Astronomia

Data: 05-04-2012 | De: Francisco Dionísio

Data: 2011-11-30

Olá Joãozinho,
A sua pergunta já foi respondida, mas penso que algo mais deveria ser dito. Primeiro que tudo, apesar da explicação já apresentada ser a correcta, não é, de facto, intuitivo imaginarmos que a velocidade da luz é sempre a mesma. Se alguém vier a "correr" muito depressa na minha direcção a ..., por exemplo, 10 000 Km/h com uma lanterna acesa apontada para mim, eu "deveria" medir uma velocidade de 10 000km/h+300 000 km/h = 310 000 Km/h. Mas a verdade, é que se eu a medisse, o valor seria de 300 000 km/h.
Suponhamos agora que essa pessoa estava a correr em direcção a mim a 10 000 Km/h e que, em vez de acender a lanterna, tinha uma buzina que apitava. O som anda a cerca de 1200 km/h se a pessoa estiver parada em relação a mim. Mas, se estiver a andar na minha direcção a 10 000 km/h, então eu iria medir que o som da buzina estaria a andar a 10 000 + 1200= 11 200 km/h. Portanto com o som já as coisas se passam de um modo intuitivo. O mesmo aconteceria com uma bala disparada de uma pistola. Ou seja, se as velocidades do objecto que vem a direcção a mim não se aproximar muito da velocidade de 300 000 km/h, então apenas adiciono as velocidades, como seria intuitivo. Ora, a velocidade da luz emitida por uma lanterna anda a 300 000 km/h e, nesse caso, lá se vai a intuição!
Por outras palavras, não é intuitivo e tem muita razão em perguntar!
Outra coisa: a gravidade faz o tempo andar mais devagar. A força gravítica na superfície da Lua é menor do que à superfície da Terra (porque a Terra tem mais mais massa). Então, o tempo passa mais devagar na Terra do que na Lua! Isto também não é intuitivo mas trata-se de uma previsão de Einstein (Teoria da Relatividade Geral) e foi confirmado experimentalmente usando "relógios atómicos".

Física/Astronomia

Data: 05-04-2012 | De: Carina

Data: 2011-12-03

Porque é que não nos ouvem a gritar no espaço?
Dados pessoais: 9 anos, 4º ano do 1º ciclo, Coutada.

Re:Física/Astronomia

Data: 05-04-2012 | De: Ana Carla

Data: 2011-12-04

Porque não há ar, nenhuma atmosfera que transmita o som. O som é um fenómeno que precisa da matéria para se propagar - um gás, líquido ou sólido. Por isso ouves os sons que se propagam no ar, na água ou no solo, mas não te ouviriam a gritar no espaço...

Re:Física/Astronomia

Data: 05-04-2012 | De: Diana Barbosa

Data: 2011-12-08

Olá Carina,
vou tentar ajudar, embora esta não seja a minha área científica.
No espaço não há som! Porquê? Porque o som viaja pelo ar, fazendo vibrar as partículas que aí existem. Como "ar" do espaço não tem partículas (chama-se vácuo) o som não viaja nesse meio. Daí que no espaço não se ouça nada! Nós ouvimos os sons porque as membranas que temos nos nossos ouvidos também vibram quando ele chega até nós.
Se não houver essa vibração, nós não ouvimos nada.
Ajudei? :)

Itens: 1 - 22 de 22

Novo comentário