Nutrição/Saúde

Data: 08-02-2012 | De: Carlos Silva


Podemos dividir o dito colestrol em dois tipos.

O primeiro sãos os depósitos de colestrol (por meio de um conjunto de mecanismos complicados) nas artérias. Quando há acumulação de colestrol este é incorporado por células que recrutam ainda mais células de músculo liso levando a um engrossar das paredes das artérias.

Este tipo de colestrol é para sempre. A artéria nunca mais voltará à sua grossura original. Tal só é possível com recurso a cirurgia, que normalmente só é feita, quando a vida da pessoa está em risco.

A outra coisa que nós chamamos de colestrol tem a ver com o transporte desta molécula no sangue. O colestrol é muito importante para a sobrevivência do ser humano. É parte integrante da parede celular e também serve de ponto de partida para a síntese de muitas hormonas.

O colesterol é uma molécula que não se dissolve em água, por isso, para viajar no sangue, tem de ir ligado a lipoproteínas que o tornam mais solúvel.

À quantidade de colesterol a viajar no sangue nós chamamos o "nível de colesterol".

Parte desse colesterol é produzido pelo nosso organismo, outra parte é ingerida nos alimentos.

Se pretendemos diminuir o nível de colesterol devemos comer menos alimentos animais gordurosos (ovos, carnes gordas...) e se possível mais vegetais que contém esterois vegetais.

Os esterois vegetais são parecidos aos animais (colesterol) e enganam as enzimas existentes no nosso corpo. Elas ligam-se a estes esterois vegetais em vez de se ligar aos colesterois.

Resultado. O corpo absorve menos colesterol ingerido. Se ingerirmos muito colesterol à mesma, isto não serve de nada.

No entanto, grande parte do colesterol é produzida pelo nosso corpo. Pelo que mesmo uma dieta vegetariana com um índice baixo de gorduras não invalida alguém de ter um nível de colestrol alto.

Para esses casos existe tratamento farmacológico.

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